
Naomi Osaka, número nove mundial e campeã do US Open em 2018, está mais perto de um novo título no Grand Slam norte-americano, depois de esta terça-feira ao final da noite ter garantido o seu regresso às meias-finais em Flushing Meadows. Estas são as terceiras meias-finais de Grand Slam da japonesa de 22 anos, que sempre que chegou a esta fase de um torneio desta dimensão… acabou campeã.
Nos quartos-de-final, em sessão noturna do Arthur Ashe Stadium, Osaka derrotou a norte-americana Shelby Rogers, uma das sensações do verão, por 6-3 e 6-4, num encontro resolvido em 1h20 e no qual voltou a exibir-se de forma absolutamente perfeita: 24 winners e apenas 8 (!) erros não-forçados — números absolutamente sensacionais para uma jogadora das suas caraterísticas.
Nas meias-finais, Osaka vai reencontrar a norte-americana Jennifer Brady, outra tenista em grande forma, naquele que será o terceiro encontro entre ambas. O confronto direto está 1-1, mas a vitória de Brady foi no circuito ITF, há 6 anos, quando Osaka só tinha 16.
Pablo Carreño Busta, espanhol de 29 anos, qualificou-se esta terça-feira ao final da noite — já madrugada dentro mesmo nos Estados Unidos — para as meias-finais do US Open pela segunda vez na sua carreira (depois de 2017) e continua na luta por manter o troféu do torneio norte-americano em Espanha, após do título de Rafael Nadal no ano passado.
O tenista de Gijón, de 29 anos, resistiu a uma épica batalha de 4h10, que terminou depois da uma da manhã, diante do jovem canadiano Denis Shapovalov, número 16 ATP, por 3-6, 7-6(5), 7-6(4), 0-6 e 6-3, repetindo — para já — o resultado alcançado neste torneio há três anos, quando atingiu a sua primeira meia-final em Majors.
“Estou destruído, mas muito contente”, assumiu o campeão do Millennium Estoril Open de 2017, que agora tem dois dias de descanso antes de reencontrar Alexander Zverev nas meias-finais de sexta-feira. O alemão venceu o único encontro, nas meias-finais de Miami em 2018.
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