
Victoria Azarenka, antiga número um mundial e campeã do Australian Open em 2012 e 2013, confirmou esta quinta-feira ao final da noite o seu regresso às finais de torneios de Grand Slam sete anos depois da última, ao atingir a final do US Open, o mesmo torneio onde em 2013 jogou o seu último encontro. Esta é a quinta final de Grand Slam da carreira da bielorrussa, sendo que todas as outras foram em 2012 e 2013.
Azarenka, que depois de ter estado um ano sem ganhar encontros está agora numa série de 11 vitórias seguidas, derrotou nas meias-finais a norte-americana Serena Williams, vencedora de 23 títulos de Grand Slam e seis US Opens (dois dos quais contra a própria Azarenka na final), por 1-6, 6-3 e 6-3, conseguindo dar a volta a um incrível primeiro set da norte-americana com uma exibição de grande nível no segundo e terceiro parciais.
Na final de sábado (21 horas de Portugal), Azarenka vai defrontar a japonesa Naomi Osaka, uma jogadora que, tal como ela, foi número um do Mundo e soma dois títulos de Grand Slam (em hardcourt) no seu palmarés.
Naomi Osaka, antiga número um mundial e campeã de dois títulos do Grand Slam, entre os quais o US Open 2018, garantiu esta quinta-feira ao final da noite a sua qualificação para a terceira final da carreira em Majors, segunda em Nova Iorque, ao sair por cima de uma meia-final absolutamente fantástica no Arthur Ashe Stadium.
A japonesa de 22 anos derrotou na primeira meia-final feminina da prova a norte-americana Jennifer Brady, número 41 do ranking mundial e uma das tenistas em melhor forma nesta fase da época, por 7-6(1), 3-6 e 6-3, num encontro com muitos winners, poucos erros, apenas duas quebras de serviço — uma para cada lado –, num duelo resolvido em pouco mais de duas horas.
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