Não. A história não acabou. Aliás, ainda agora está a começar e, vitória, nem vê-la. O pico da epidemia Covid-19, em Portugal, ainda não foi atingido e, neste momento, todas as competições desportivas estão literalmente fora de jogo.
Não há futebol, não há natação, não há basquetebol, não há ciclismo, não há andebol, não há voleibol, não há ténis...enfim, penso que tirando na playstation, em Portugal (e em quase todos os países da Europa), todos os eventos desportivos (e não só) estão suspensos.
Mas se este vírus continuar a fazer das dele, durante muito tempo, como ficarão as competições? Serão os campeonatos retomados mais tarde? Serão cancelados e considerados sem efeito? Serão terminados e as equipas ficarão nos lugares que ocupavam na última jornada? Quanto aos eventos que estão previstos para os próximos tempos, serão cancelados ou adiados?
A nível desportivo, são muitas as dúvidas e as perguntas que ficam sem resposta, pelo menos por enquanto, já para não falar nas consequências económicas que se adivinham catastróficas para as associações e organismos desportivos.
Enquanto as federações que tutelam as modalidades não se pronunciam, resta-nos esperar e acreditar que o surto viral será contido rapidamente. Depois teremos que lidar com as repercussões inerentes que se manifestarão a outros níveis.
Nesse meio tempo, e como temos que nos entreter para passar o tempo de isolamento social aconselhado pelas entidades de saúde pública e que, em breve, poderá tornar-se obrigatório, nada como fazer uns jogos à porta fechada numa consola próxima de nós.
Também podemos e devemos exercitar-nos. Há várias maneiras de o fazer em casa, basta imaginação ou uma ajuda dos vídeos que proliferam nas redes sociais.
Porque ficar fora de jogo não é opção, pois quando tudo voltar à normalidade, queremos estar em forma, não é verdade?
Por Maribel Gomes

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